No momento estou pensando nas luzes do centro da cidade.
O barulho dos carros, dos passos e dos cansaços mentais.
É um dia de trabalho, para eles; para mim, é só mais um dia.
Outras malditas vinte e quatro horas em que busco respostas.
Agora eu estou pensando no mundo e naquilo que ele envolve.
Em uma história que está a alguns quilômetros daqui.
Literalmente, os poucos dias me deixaram sem norte, sem escolhas.
Apenas caminho nesse mundo, deixando o vento me levar até aí.
É mais forte do que eu, é mais forte do que você, nós sabemos.
Então, chegou a hora de você quebrar essas correntes e correr.
Os dias passam, as pessoas se vão e nós continuamos perdendo tempo.
Sinceramente, talvez ainda haja tempo, mas não quero o perder parado.
E sim te aproveitando a cada segundo.
Por André Café
É todo seu, sirva-se.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Reconstrução
Há um mundo expresso em uma paisagem lá fora.
Daqui eu fecho os ouvidos e procuro esquecer.
Tranco as portas e isento-me do tal mundo, pelo menos por um momento.
Não é uma escolha, mas sim uma necessidade,
Pois esse mundo às vezes me machuca e tal frequência apenas se estende.
Eu prefiro me trancar para fora, onde eu posso ficar sozinho,
Onde eu não estou cara-a-cara com a pilha de planos não-realizados.
Aqui, do lado de fora do seu mundo e do lado de dentro do meu,
Eu posso encostar a cabeça no banco e respirar.
Eu posso fazer as minhas escolhas.
Pisar e viajar para muito longe, rumo ao desconhecido.
Sem muitas noções, eu vou acelerar.
Pisando fundo, aumentando a velocidade, eu estou fugindo do seu mundo.
Eu estou viajando para bem longe.
É triste ter que admitir que é a última vez que nos veremos.
Contudo é suave a sensação de saber que a partir de agora,
Longe de tudo isso, eu vou reconstruir meus edifícios.
E que, finalmente, eu vou estou tomando ulguma atitude.
É uma sensação que eu nunca senti antes.
Algo que não tem muito a ver com a derrota.
Alguma coisa que vise Eu antes do seu bem-estar.
Daqui eu fecho os ouvidos e procuro esquecer.
Tranco as portas e isento-me do tal mundo, pelo menos por um momento.
Não é uma escolha, mas sim uma necessidade,
Pois esse mundo às vezes me machuca e tal frequência apenas se estende.
Eu prefiro me trancar para fora, onde eu posso ficar sozinho,
Onde eu não estou cara-a-cara com a pilha de planos não-realizados.
Aqui, do lado de fora do seu mundo e do lado de dentro do meu,
Eu posso encostar a cabeça no banco e respirar.
Eu posso fazer as minhas escolhas.
Pisar e viajar para muito longe, rumo ao desconhecido.
Sem muitas noções, eu vou acelerar.
Pisando fundo, aumentando a velocidade, eu estou fugindo do seu mundo.
Eu estou viajando para bem longe.
É triste ter que admitir que é a última vez que nos veremos.
Contudo é suave a sensação de saber que a partir de agora,
Longe de tudo isso, eu vou reconstruir meus edifícios.
E que, finalmente, eu vou estou tomando ulguma atitude.
É uma sensação que eu nunca senti antes.
Algo que não tem muito a ver com a derrota.
Alguma coisa que vise Eu antes do seu bem-estar.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Vem Cá
"Olha amor, bem aqui
A apenas alguns passos
O cantinho a ti
Que construi em meus braços.
Onde o amor estará
Próximo a lareira
E o carinho virá
De Segunda a Sexta-Feira.
Sabe amor, eu te fiz
Um cantinho da felicidade.
Onde meu amor te diz:
Doce Novembro será Doce Eternidade.
Então ouça, seja como for
Em meu cantinho quero te ter.
Pois, perto do nosso amor
Sheakspeare será apenas Sheiquispêr!"
A apenas alguns passos
O cantinho a ti
Que construi em meus braços.
Onde o amor estará
Próximo a lareira
E o carinho virá
De Segunda a Sexta-Feira.
Sabe amor, eu te fiz
Um cantinho da felicidade.
Onde meu amor te diz:
Doce Novembro será Doce Eternidade.
Então ouça, seja como for
Em meu cantinho quero te ter.
Pois, perto do nosso amor
Sheakspeare será apenas Sheiquispêr!"
domingo, 3 de outubro de 2010
Para Bem Longe...
Eu acordo pela manhã com a sede de mudar o mundo.
Passo o café, acendo o fogo e faço os melhores planos.
E no final do dia eu tenho que organizar outra pilha.
Porém, ora sinto que devo desorganizar, queimar tudo.
Recomeçar do zero. Acordar e viver, sem pensar.
Não contar com a mão alheia em minhas construções.
Daqui a pouco já vem a hora de dormir.
Amanhã será um novo dia, com novos planos - nenhum plano.
Eu apenas vou viver e começar a construir tudo isso sozinho.
Sem ajuda, sem conselhos, sem opiniões, sem você.
Eu gastei meus dias, meu amor e o meu melhor,
Fazendo os malditos planos que agora estão desabrigados.
Sem coração para morar, apodrecem em minha mesa.
Antes de dormir, eu juro que queimarei a todos
E restará somente a sede de um novo começo.
Eu estou destruíndo todo o meu mundo.
E vou reconstruir cada pedaço, cada parte boa.
E esquecer cada decepção e cada vida que passou aqui.
Eu não sei para onde ir ainda, sei que estive longe e aprendi
Que é preciso se perder para se encontrar.
Eu me encontrei, mas ainda não sei para onde ir. Porém, eu estou indo.
Passo o café, acendo o fogo e faço os melhores planos.
E no final do dia eu tenho que organizar outra pilha.
Porém, ora sinto que devo desorganizar, queimar tudo.
Recomeçar do zero. Acordar e viver, sem pensar.
Não contar com a mão alheia em minhas construções.
Daqui a pouco já vem a hora de dormir.
Amanhã será um novo dia, com novos planos - nenhum plano.
Eu apenas vou viver e começar a construir tudo isso sozinho.
Sem ajuda, sem conselhos, sem opiniões, sem você.
Eu gastei meus dias, meu amor e o meu melhor,
Fazendo os malditos planos que agora estão desabrigados.
Sem coração para morar, apodrecem em minha mesa.
Antes de dormir, eu juro que queimarei a todos
E restará somente a sede de um novo começo.
Eu estou destruíndo todo o meu mundo.
E vou reconstruir cada pedaço, cada parte boa.
E esquecer cada decepção e cada vida que passou aqui.
Eu não sei para onde ir ainda, sei que estive longe e aprendi
Que é preciso se perder para se encontrar.
Eu me encontrei, mas ainda não sei para onde ir. Porém, eu estou indo.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Maldita Realidade
A realidade é uma traça para os nossos ouvidos e patogênica em relação ao nosso equilíbrio. Descobrir a minha quase me deixou doente; de fato, fiquei de cama, porém pensando. Refletindo a respeito de tudo o que eu fiz e o que eu colhi nessas duas décadas. É complicado, amigo.
Todo o sangue derramado nas terras da incerteza me fazem crer que eu não tinha tanto controle assim da situação - ninguém tem. Eu passei mais de mil dias remando sem parar, sobre o mar de teorias, idéias e construções das coisas em geral. E, no fim das contas, quem sempre me movimentou foram as ondas, mero produto do acaso, no meu caso. É estranho, amigo.
[...]
Todo o sangue derramado nas terras da incerteza me fazem crer que eu não tinha tanto controle assim da situação - ninguém tem. Eu passei mais de mil dias remando sem parar, sobre o mar de teorias, idéias e construções das coisas em geral. E, no fim das contas, quem sempre me movimentou foram as ondas, mero produto do acaso, no meu caso. É estranho, amigo.
[...]
domingo, 19 de setembro de 2010
Vai Com A Chuva
Azevedo Silva"Comigo gastas o tem latim
Ainda assim não te vou escutar
Mas tu que pensas que me ligo a ti?
Já sei quem és e que não vai mudar
Pára, pára
Ainda estás aí?
Pára, pára
Vai com a chuva
Pra bem longe
Vai que eu deixo
Segue o Tejo
Esquece quem sou
Vai com a chuva
Pra bem longe
Vai que eu deixo
Segue o Tejo
Esquece o meu nomeOu volta pra mim
Volta pra mim
Ainda estás aí?"
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